SIN AMOR, TANTO HACE PASAR O NO LOS DÍAS

segunda-feira, novembro 20, 2006 ·

Miro el teclado. Veo letras. Deseo palabras. ¿Dónde están? ¡No lo sé! Pero, hay una gana en escribir. Quizá yo logre suceso. Quien sabe ahora. Mientras toca la música. Un flirteo con mi pasado. Momentos que yo escuchaba una buena música. E sentía mi alma ondear. La canción toca. Es buena. Pero el alma no ondea…
Uno de los dedos de mi mano derecha está enfermo. Siento un dolor que me incomoda. Pero, el dolor del alma es el peor. No es que mi alma me duele. Nos es eso. Hay una angustia, si. Pero hoy no es tan grande. Muchos dolores son nosotros que los creamos...
La canción que toca es muy bella… Que bueno que ella toca… Que bueno que la puedo oír… Pero, este momento no me basta. ¡Quería más! Algunas amigas saben lo que dijo. Un alma no puede vivir sin amor por tanto tiempo…
Necesitamos de amor propio. Necesitamos de amor de otra persona. Necesitamos de amores de muchas personas. En fin, necesitamos de amor…
¿Qué es la vida sin amor? ¡No es nada! Amar é lo que hace nuestras vidas coloridas. Que hace con que deseemos que la semana pase ligeramente. Sin esto, tanto hace pasar o no pasar los días…
Las mujeres e sus hermosuras. ¡Ah, cómo son bellas! Sus hombros nudos, ¡que hermoso! La cintura fina para ser enlazada. La pele macia para ser tocada e besada con delicadeza o con voluptuosidad… Sus perfumes… El color de sus labios… Sus manos bien cuidadas… La delicadeza de la voz… La mirada tranquila… Las piernas que nos hacen mirar los ojos llenos de libido… E toda su sensualidad… ¡Las mujeres son lo que hay de más bello en este mundo!
Bueno. Ya no quiero más escribir. Creo que coloqué un poco de lo que quería para fuera…Ahora voy continuar…. Con la canción en mi alma…. Y sin amar…

opiniões opiniones

El texto es muy bueno y verdadeiro.
Um gran beso!
Fátima Lopes
e-mail:
temperaturamaximape@yahoo.com.br



5 comentários:

Anônimo disse...
novembro 23, 2006  

Del...
Já sabe q adorei seu texto.
Mas deixo aqui algo mais.
A percepção de que também qdo escreve em Espanhol,sua alma flui através de seus dedos. Ah!Espero q seu dedinho sare logo...rs

Bjos

opiniões&crônicas disse...
novembro 25, 2006  

Obrigado pelo comentário! Creio que escreverei mais em espanhol.

Ah, acho que é tendinite!

bjs

Eliane Jardim disse...
dezembro 04, 2006  

Tom,

Muy bonito.

Eliane Jardim disse...
dezembro 04, 2006  

Tom,

Muy bonito.
Besos.

Anônimo disse...
julho 31, 2008  

El texto es muy bueno y verdadeiro.
Um gran beso!
Fátima Lopes
e-mail:
temperaturamaximape@yahoo.com.br

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Jornalista de formação. Cronista o tempo todo.

Histórico do blog

Opiniões&Crônicas surgiu em outubro de 2005. Uma sugestão de um grande amigo do autor, o fotógrafo Alan Davis. O nome não foi difícil escolher. A intenção era tecer textos que fossem mais opinativos. Mas ele acabou se caracterizando pelas crônicas.Uma vez ao ano o blog entre em férias. Exatos 30 dias em que alguns leitores navegam pelos arquivos.Antes de completar seu primeiro ano de vida, Opiniões&Crônicas passou por grave crise. Aventou-se a possibilidade de extingui-lo. Textos se escassearam. Como em quase todas as crises, serviu de fortalecimento, que voltou com força total. Agora, segue em sua melhor fase.Os textos em espanhol surgiram como uma forma de praticar o idioma. Algumas vezes o autor lança mão da língua hermana, sobretudo quando os textos são de caráter mais íntimo.Foi após o primeiro ano que o blog passou a ter o que sempre desejou: uma revisora. Profissional compente, formada em Letras, Lilian Guimarães abraçou a causa com a alma. Sua identificação foi imediata. E a sintonia entre revisora e autor é perfeita. Lilian agora é parte integrante do blog.Há leitores que possuem uma designação diferenciada. São os leitores-colaboradores. Atentos, dão dicas e apontam as falhas. Também tecem elogios e fazem torcida por novos textos. Eles são imprescindíveis para o seguir deste sincero blog.
O blog tem anseios. Objetivos. Segue ganhando leitores. Perdendo alguns. Possui uma comunidade no blog feita pelo noivo de uma amiga. E deseja caminhar sem procurar caminhos. Gosta de fazê-lo caminhando.

O mundo dos livros-Por Adalton César

Adalton César, economista, é um amante dos livros. Possuidor de uma biblioteca que não deixa de crescer, é orientador literário do autor deste blog. Opiniões&Crônicas o convidou para e a seção O mundo dos Livros. Aqui, comentários sobre Literatura, bem como indicações de livros. Este blog entende que ler é algo imprescindível. E que não dá para viver sem as palavras dos grandes autores.

Adalton indica

A Divina Comédia de Dante Alighieri (a primeira parte - O Inferno - é indispensável. O termo "divina" foi dado por Petrarca ao ler o livro).A odisséia de Homero (para alguns, o início da literatura)As aventuras do Sr. Pickwick de Charles Dickens (interessante e engraçadíssimo livro do maior retratista da Inglaterra dos anos da Revolução Industrial)consciência de Zeno de Italo Svevo (belíssima análise psicológica)Dom Quixote de Miguel de Cervantes (poético, engraçado, crítico; livro inigualável)Em busca do tempo perdido de Marcel Proust (considerado um livro difícil por alguns, mas uma das mais belas obras da literatura que conheço)Grande sertão: veredas de João Guimarães Rosa (não é sobre Minas ou sobre o sertão, é um livro sobre o mundo)O processo de Franz Kafka (sufocante, instigante, revoltante)Os irmãos Karamazov de Dostoiévski (soberbo)

"Em busca do tempo perdido"-Comentário de Adalton Cesar

Não é incomum que um sabor ou um aroma agradável nos levem de volta ao passado, aos dias de nossa infância ou adolescência, ou, no meu caso, a épocas não tão longínquas. Foi num desses momentos, diante de uma xícara fumegante de chá, saboreado com um biscoito qualquer, que Proust começou a relembrar os anos por ele vividos. Daí surgiu uma das mais belas obras de toda a literatura mundial, um livro simultaneamente poético e crítico. Uma obra-prima apaixonante. Para um contumaz saudosista como eu, a história contada por Proust tocou-me profundamente. Em essência, a vida do autor francês não difere muito de nossas pacatas vidas burguesas, com suas reuniões de família em datas específicas; as saídas de férias anuais em direção a locais aprazíveis e os encontros amorosos vividos nesses lugares; a entrada na adolescência e a descoberta da sexualidade; a perda de entes queridos e a eterna busca de sentido para uma existência percebida como vazia. São todos temas recorrentes no livro “Em busca do tempo perdido”. Mas, o que torna tão magnífico uma obra que trata de temas corriqueiros? Desconsiderando a simplificação exagerada da obra que fiz, é a forma como a narrativa proustiana se desenvolve, é a maneira poética que o autor lança mão para conduzir a história que dá a ela beleza inigualável. Mas, aos saudosistas (digo aqueles que capazes de ‘viver’ em todas as dimensões do tempo: cientes do presente, preocupados com o futuro, mas sempre com parte da atenção voltada para o passado, como um repositório de lições) a obra toca mais de perto, pois estes conseguem se pôr ao lado do autor e de, como ele, também recordar a velha tia ou a avó querida; de rememorar aquele amor de infância ou da adolescência de quem já nem lembramos mais as feições. Mas, não só de recordações é feita a obra. Nela, Proust aborda intrincadas questões filosóficas e existenciais (se é que toda questão filosófica não é si mesma uma questão existencial e vice-versa); discorre sobre o amor, sobre os costumes de sua época e acerca do progresso que vê chegar a passos largos, dissolvendo toda uma sociedade e criando outra; aborda o tempo e seu desenrolar e etc. Há quem aponte a lentidão do texto proustiano e a forma intrincada de sua escrita. Isso realmente é verdade, mas para ler Proust é preciso paciência, pois só ela nos permite perceber e apreciar toda a beleza contida nas suas muitas páginas.

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